01 Dezembro 2009
O Rei Vem Vindo - Instrumental + Solo
A história foi um pouco interessante, acho que foi por volta de julho que encomendaram ela, que a Barbara (a solista) cantaria ela e gostaria de um acompanhamento dos metais. Bem, pagamos um cara para fazer um arranjo, mas não gostamos muito. Adiamos a data, depois eu e o Elcio ficamos trabalhamos num outro arranjo (o qual disponho para os interessados), no qual baseamos numa introdução do "Zadok Preste" do Haendel. e por aí ia... Mas houveram mudanças de modo a eliminar totalmente a "a idéia instrumental" que tinhamos que era algo bem "Canglor de Trombetas" para algo mais bacchiano de fundo, e sem introdução. E ai foi indo, até que o Elcio fez esse arranjo final que tocamos, com apenas um ou 2 ensaios.
Piano: Edla
Sax alto: Hugo
Sax tenor: Elcio
Trombone: Elton
Trompa: Fernando
Trompete: Evandro
Solista: Barbara
Local: IASD Central Santo André
Filmagem: Lincon
Arranjo feito por mim e o Elcio (não o tocado)
Nipe:
- 3 trompetes
- 1 trombone
- 1 tuba ou contra-baixo
- timpano (ou bateria)
- Violino (duas vozes)
- 1 Flauta
- 2 sax alto
- 1 sax tenor
- 1 piano (opcional - não escrito)
Download: Partitura, Música
12 Novembro 2009
Os Planetas, Opus 32
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Tamanho: ~6,5 mb
Qualidade: 128 kbps
Aprendendo Trompete - Parte 3 - Embocadura
Por Fernando Dissenha
Definição
A palavra embocadura vem do idioma Francês: bouche - que significa boca. O Novo Dicionário Aurélio define o termo como "o ato ou efeito de embocar", ou seja, "aplicar a boca a um instrumento, para dele tirar sons". Para os instrumentistas de metal, uma definição aceitável seria: a forma que os músculos da boca, lábios, queixo e rosto se posicionam quando colocamos o bocal nos lábios para produzir o som no instrumento.
Embocadura Eficiente
A embocadura, atuando em harmonia com uma coluna de ar correta, deve ajudar o instrumentista a expressar todas as suas idéias musicais. Uma embocadura eficiente deve ser capaz de produzir uma sonoridade boa, uma grande extensão, variação de dinâmicas, flexibilidade e articulações diversas. Além de tudo isso, a embocadura deve suportar diariamente uma carga de estudos, ensaios e performances que podem durar muitas horas. Os cantos da boca são os pontos mais importantes de uma embocadura eficiente. ...
Aprendendo trompete - Parte 2
Comparação de Bocais de Trompete
Kanstul Mouthpiece Comparator 2.0
As letras iniciais é a marca. Segundo, como a Kanstul me respondeu por e-mail, a referência é:
B: Bach
BMV: Bach Mount Vernon
BNY: Bach New York
BFL: Bach Flugel Horn
CG: Claude Gordon
G: Gustat
GIR: Giardinelli
M: Monette
P: Parduba
S: Schilke
W: Warburton
WK: Wick
Também, no mesmo site, podemos ver umas tabelas mais detalhadas sobre os bocais em suas respectivas marcas.
Basta acessar o seguinte link: Tabelas Comparativas
Vá na Aba: Trumpet --> MODULAR --> Tops --> [escolha uma série]
10 Novembro 2009
Il Silenzio
Outro dia recebo um e-mail da minha amiga flautista, Angela, com um video simplesmente maravilhoso de uma garota que eu imagino entre 12 e 14 anos tocando trompete com um imenso público a céu aberto e uma pequena orquestra de acompanhamento. Logo no primeiro ataque e fui hipinotizado por sua interpretação, a forma como estava articulando e mantendo as notas; e depois as dinâmicas no decorrer. O que dizer? Bravo! A música pode ser melancólica, chorada; mas ai está uma demonstração, um foto do belo. Me disseram que o maestro é o tal do André Rieu (não conheço). Mas vale a pena fechar os olhos e ouvir.
28 Outubro 2009
8ª Sinfonia de Mahler
Ainda está muito cedo, tenho que ouvir ainda várias vezes, ouvir outras interpretações dessa obra magnífica; ai sim vou fazer uma analise. Mas atente-se para essa música, é tudo extraordinário, o movimento, o virtuosismo, a letra, não gosto muito desses solos vocais (principalmente de soprano) que ficavam fazendo muita voltinha e vibratos; mas nessa musica... o coração quase sai pela boca. A principio vejo nessa obra como a grande obra religiosa, mensagem, deixada por esse homem a humanidade com a idéia do Salmo de Davi no qual invoca a tudo o que tem folego e produz som a louvar o Deus Criador. Talvez, um complemento a nona de Beethoven, pois se a de Beethoven volta-se mais para o amor para com o próximo, nesta, Mahler volta-se mais para o Deus Criador.
Sem fonte ou postagem própria. Encaminho-lhes, para está publicação feita no blog/site P.Q.P. Bach.
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E quanto a sinfonia, recomendo que leiam sobre ela nesse link:
http://en.wikipedia.org/wiki/Symphony_No._8_(Mahler)
Quanto a Mahler, um pouco sobre sua história aqui:
http://www.classicos.hpg.ig.com.br/mahler.htm
27 Outubro 2009
Toque da Alvorada - Reveille
Audio: Efeitos Sonoros - Toque de Corneta (Alvorada)
Partitura, score, parts
25 Outubro 2009
Oh! Que Esperança! - Metais
Nesse dia o Fernando (o trompista) batizou-se em nossa querida igreja. O Elton combinou com ele de tocar um hino, e me colocaram no meio, num trio de metais, depois o Hugo apareceu e o nipe aumentou, com mais um sax. O hino escolhido? "Oh, Que Esperança!" do Hinário Adventista.
Poucos minutos após o Fernando passar pelas águas, e para quem conhece um pouco sobre o que ele passou; participou de uma experiência incrivel da interpretação que ele fez com sua trompa, puxando a melodia; até mesmo se emocionando num mi agudo, ai ele não conseguiu mantê-lo na emoção. Foi especial.
Depois, o pastor convocou toda a congregação e o coral a cantar, no qual acrescentou o piano , 2 flautas e a bateria (que tocou algo muito estranho para a idéia da música, uma caixa de guerra, algo mais marcato ficaria melhor).
Agradeço a Patrizia pela gravação e a Paola por me passá-los.
Trompa: Fernando
Sax alto: Hugo
Trompete Evandro (eu)
Trombone: Elton
Piano: Cintia (se não me engano)
Flauta 1: Micheli
Flauta 2: Angela
Coral: Pedra Coral
Igreja: IASD Central Santo André
Instrumental
Todos
07 Outubro 2009
Vigilia IASD Vila Formosa
Trompetes:
- Ronald
- Ronaldo
- Evandro (eu)
Trombone:
- Elton
Flauta transversal:
- Angela
Sax alto:
- Tirso
- Thomas
- Renato
- Hugo
- Denis
- Jeferson
Sax tenor:
- Elcio
Também, em alguns momentos, contamos com a presença de 14 violinos, 1 escaleta, 1 flauta, 2 violinos, piano, 2 violões e um baixo elétrico da igreja local. Sendo que os violinos, maioria eram novatos, com pouco mais de 5 meses de aula.
Foi uma maravilhosa experiência, foi muito bom mesmo. O Robert gravou na máquina digital, contudo o mic e codec de som dela era bem limitado, de modo que o som dos videos abaixo falam por si. Um trompetistas, que tem uma boa filmadora, não pode ir; espero que da próxima vez consiga divulgar melhores videos; pelo menos, com um bom som. Mas se prestar bem atenção, até que dá para curtir um pouco. Acho que o pior problema foi ele ter ficado próximo da caixa de som, e ela estava meio zoada, ai ficou esse chiado que atrapalhou tudo.
A música Santo, Santo, Santo foi a melhor. Na verdade nós improvisamos um acompanhamento, fazendo - principalmente - uns bolachões variando entre pp - mf, trabalhando mais harmonias. Lá ficou extremamente bonito, lindo, muito bom mesmo, ouve certos momentos que foi emocionante, onde tive que me conter para não perder o controle e tocar errado; mas uma das flautas começou a chorar; foi bom mesmo. Pena que na gravação...
Obs.: Recomendo que diminua o volume (eu diminui direto no youtube) deixe mais baixo, que ai o xiado some mais, e dá para notar mais a música mesmo.
06 Outubro 2009
Carmen - Bizet
- Prélude
- L'Amour Est un Oiseau Rebelle (habanera)
- Votre Toast, Je Peux Vous le Rendre
E creio eu que o comentário abaixo fala por si:
“Ontem – vocês acreditarão? – ouvi pela vigésima vez a obra-prima de Bizet. Fiquei novamente até o fim, com suave devoção, novamente não pude fugir. Esse triunfo sobre minha impaciência me espanta. Como uma obra assim aperfeiçoa! Tornamo-nos nós mesmos ‘obra-prima’! – Realmente, a cada vez que ouvi Carmen, eu parecia ser mais filósofo, melhor filósofo do que normalmente me creio: tornando-me tão indulgente, tão feliz, indiano, sedentário... Cinco horas sentado: primeira etapa da santidade! – Posso acrescentar que a orquestração de Bizet é quase a única que ainda suporto? Essa outra orquestração atualmente em voga, a wagneriana, brutal, artificial, e ‘inocente’ ao mesmo tempo, e que assim fala simultaneamente aos três sentidos da alma moderna – como me é prejudicial essa orquestração wagneriana! Eu a denomino ‘siroco’. Um bom suor desagradável me cobre de repente. O meu tempo bom vai embora.
Esta música me parece perfeita. Aproxima-se leve, sutil, com polidez. É amável, não transpira. ‘O que é bom é leve, tudo divino se move com pés delicados’; primeira sentença na minha estética. Esta música é maliciosa, refinada, fatalista: no entanto permanece popular – ela tem o refinamento de uma raça, não de um indivíduo. É rica. É precisa. Constrói, organiza, conclui: assim, é o contrário do pólipo na música, a ‘melodia infinita’. Alguém já ouviu num placo entonações mais dolorosamente trágicas? E a maneira como são obtidas! Sem caretas! Sem falsificação! Sem a mentira do grande estilo! – Por fim: esta música trata o ouvinte como pessoa inteligente e até como músico – e também nisso é o oposto de Wagner.”
(Trecho do livro O caso Wagner, de Friedrich Nietzsche, de 1888. Após uma paixõa desmedida pelas óperas de Richard Wagner, o filósofo alemão volta-se contra o autor de O Anel de Nibelungo e coloca Carmen como modelo e ideal lírico.)
Downloads:
- Prélude
- L'Amour Est un Oiseau Rebelle (habanera)
- Votre Toast, Je Peux Vous le Rendre
- Les voice! Les voice!
17 Setembro 2009
Don Juan - Strauss
Nesse último final de semana tive o privilégio de poder ouvir o poema sinfônico Don Juan, de Richard Strauss, sendo executado pela Orquestra Sinfônica de Santo André que a cada concerto me impressiona e inspira mais. A música no final da noite de sábado me levou a ouvi-la novamente na noite seguinte. Pois digo, eu não conhecia essa obra. De modo que na primeira vez eu fiquei muito perdido mas sempre impressionado.
É uma obra que numa palavra defino como belíssima. A forma como trabalhou as trompas e as cordas puxando o tema no final, fala por si. Não aquela beleza vaidosa, de luxo que nos faz lembrar o desenho da Disney; mas uma felicidade e deleite total diante de uma natureza, da vida, do amor. Por isso é tão inspirador para o animo, me faz considerar como a versão de Strauss da ode à alegria.
Não se compara a ouvir ao vivo, de ter suas células impactadas pela coluna de ar e timbre das trompas, tímpano, violinos; mas até que gostei bastante dessa interpretação que encontrei para download.
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23 Agosto 2009
Battle Hymn of the Republic
Aproveitem, curtem. Música qual para mim, singular, apenas comparavel com algumas outras grandes pérolas quando bem interpretadas, como o "Aleluia", "Rei Excelso", "Zadoque, o Sacerdote" do Handel, ou o "Castelo Forte" (Hymn of Reformation) do Lutero. Que numa instrumentalização magnifica, um bom arranjo, um forte coral; consegue transmitir uma energia e um valor espiritual em uma música tão curta, que não tem como não vibrar e não notar, e dizer que não existe.
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Tamanho: 6,56 mb
03 Agosto 2009
Halleluja - Aleluia de Handel
Infelizmente, o codec e mic de som da maquina digital é um poucado limitado; mas legalzinho. Abaixo, o download do arranjo, no formato .mus (Finale).
06 Julho 2009
Glenn Miller - In The Mood
In the Mood é evidente que é uma música que não agrega muitos valores cristãos, musicalmente falando, a orquestração a conversa dos instrumentos, eu acho simplesmente extraordinário. A música é simplesmente diversão, dança, "Ei, vamos nos divertir, nos descontrair." Os problemas, preocupações e deveres é deixado todos de lado, é pura e mera diversão. E a malandragem tipica do jazz nem é tão o tema, mas ela está presente mais no sentido: "Vamos paquerar umas garotas." Porém, tudo isso subordinado a música, é a música que comando, tudo fica em segundo plano, o principal é "Vamos seguir o que a música está dizendo. E agora ela diz: movimento, alegria, curtição."
Bem diferente das músicas do tipo de hoje. As quais são mais voltadas para uma lavagem cerebral de extase mesmo e a malandragem não existe, é um explicito: "Vai logo para cama com alguém." "Cata ela." E a música dominante passa a ser apenas um pretexto e incentivo para isso; sem muito sentido, ela praticamente perde todo o seu valor. Por isso que hoje o que se vê é mais um grande barulho sem muito valor e sentido musical apenas cheio de ritmo e batida. Não é por menos que hoje há até gente 'apreciando' esses Funks, que ao meu ver, se fosse permitido, só se fosse para pessoas maiores de idade; e que não deixa de ser uma total profanação da música.
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Tamanho: 5,2 mb
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