01 Dezembro 2009

O Rei Vem Vindo - Instrumental + Solo

Demorou mas finalmente o vídeo saiu. Acho que foi no dia 24.10.11 que tocamos essa música (O Rei Vem Vindo HA 128) no culto.

A história foi um pouco interessante, acho que foi por volta de julho que encomendaram ela, que a Barbara (a solista) cantaria ela e gostaria de um acompanhamento dos metais. Bem, pagamos um cara para fazer um arranjo, mas não gostamos muito. Adiamos a data, depois eu e o Elcio ficamos trabalhamos num outro arranjo (o qual disponho para os interessados), no qual baseamos numa introdução do "Zadok Preste" do Haendel. e por aí ia... Mas houveram mudanças de modo a eliminar totalmente a "a idéia instrumental" que tinhamos que era algo bem "Canglor de Trombetas" para algo mais bacchiano de fundo, e sem introdução. E ai foi indo, até que o Elcio fez esse arranjo final que tocamos, com apenas um ou 2 ensaios.

Piano: Edla
Sax alto: Hugo
Sax tenor: Elcio
Trombone: Elton
Trompa: Fernando
Trompete: Evandro

Solista: Barbara

Local: IASD Central Santo André

Filmagem: Lincon



Arranjo feito por mim e o Elcio (não o tocado)
Nipe:
- 3 trompetes
- 1 trombone
- 1 tuba ou contra-baixo
- timpano (ou bateria)
- Violino (duas vozes)
- 1 Flauta
- 2 sax alto
- 1 sax tenor
- 1 piano (opcional - não escrito)

Download: Partitura, Música

12 Novembro 2009

Os Planetas, Opus 32

Novo fascículo da coleção, e fico impressionado ao ouvir já a primeira música do desconhecido Holst, "Marte, o Mensageiro da Guerra", da peça "Os Planetas". Ouvi aquilo e me recordei: "Eu já ouvi isso antes." Não me lembro se foi num game ou filme, mas já ouvi e fiquei muito imprecionado. Tal tráz uma combinação de originalidade, de uma viagem espacial, aquele mistério do espaço até mistico, e ao mesmo tempo uma cadência e idéia extremamente militar, de marcha, de batalha, que nos lembra um pouco da trilha sonora do filme "O Gladiador", contudo, num aspecto bem futurístico; um prato cheio para uma percussão tão frenética quanto o Bolero de Ravel, e uma variação incrivel trabalhada pelos metais. Vale a pena ouvir.

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Aprendendo Trompete - Parte 3 - Embocadura


Artigo publicado na Revista Magníficas

Por Fernando Dissenha

Definição
A palavra embocadura vem do idioma Francês: bouche - que significa boca. O Novo Dicionário Aurélio define o termo como "o ato ou efeito de embocar", ou seja, "aplicar a boca a um instrumento, para dele tirar sons". Para os instrumentistas de metal, uma definição aceitável seria: a forma que os músculos da boca, lábios, queixo e rosto se posicionam quando colocamos o bocal nos lábios para produzir o som no instrumento.

Embocadura Eficiente
A embocadura, atuando em harmonia com uma coluna de ar correta, deve ajudar o instrumentista a expressar todas as suas idéias musicais. Uma embocadura eficiente deve ser capaz de produzir uma sonoridade boa, uma grande extensão, variação de dinâmicas, flexibilidade e articulações diversas. Além de tudo isso, a embocadura deve suportar diariamente uma carga de estudos, ensaios e performances que podem durar muitas horas. Os cantos da boca são os pontos mais importantes de uma embocadura eficiente. ...

Aprendendo trompete - Parte 2

Não é natural do ser humano tocar trompete, ninguém nasce com uma musculatura e sistema desenvolvido para isso. De modo que, por mais profissional e veterano que possa ser o trompetista, se ele ficar tocando por muitas horas - principalmente algo muito castigante - ele irá cansar, perder resistência e embocadura. Contudo, felizmente, a princípio, qualquer ser humano pode aprender a tocar trompete e condicionar sua musculatura, entre outros para essa finalidade. (...)

Comparação de Bocais de Trompete

Um amigo trompetista me passou um site muito interessante, nele podemos comparar modelos de bocais de várias marcas; inclusive vendo o desenho do bocal.


Kanstul Mouthpiece Comparator 2.0

As letras iniciais é a marca. Segundo, como a Kanstul me respondeu por e-mail, a referência é:


B: Bach
BMV: Bach Mount Vernon
BNY: Bach New York
BFL: Bach Flugel Horn
CG: Claude Gordon
G: Gustat
GIR: Giardinelli
M: Monette
P: Parduba
S: Schilke
W: Warburton
WK: Wick

Também, no mesmo site, podemos ver umas tabelas mais detalhadas sobre os bocais em suas respectivas marcas.

Basta acessar o seguinte link: Tabelas Comparativas
Vá na Aba: Trumpet --> MODULAR --> Tops --> [escolha uma série]

10 Novembro 2009

Il Silenzio

Outro dia recebo um e-mail da minha amiga flautista, Angela, com um video simplesmente maravilhoso de uma garota que eu imagino entre 12 e 14 anos tocando trompete com um imenso público a céu aberto e uma pequena orquestra de acompanhamento. Logo no primeiro ataque e fui hipinotizado por sua interpretação, a forma como estava articulando e mantendo as notas; e depois as dinâmicas no decorrer. O que dizer? Bravo! A música pode ser melancólica, chorada; mas ai está uma demonstração, um foto do belo. Me disseram que o maestro é o tal do André Rieu (não conheço). Mas vale a pena fechar os olhos e ouvir.

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28 Outubro 2009

8ª Sinfonia de Mahler

Ouvi ontem e já rendeu esse post. Pois não há como ficar impressionado! Pouco conheço de Mahler, vamos dizer que conheço mais a sua 5ª sinfonia; mas ontem deu uma na minha cabeça “vamos entrar no mundo de Mahler”; após algumas conversas que tive com músicos. Quem toca metal é fascinado por Mahler, foi o que percebi. Bem, o nipe dessa sinfonia é monstruoso, conhecido como a Sinfonia de um mil, referido aos mil músicos – praticamente – necessário para executá-la (orquestra + coral + solistas); dos quais, são 8 trompas, 8 trompetes (4 fora do palco), 7 trombones (3 fora do palco) mais 1 tuba.

Ainda está muito cedo, tenho que ouvir ainda várias vezes, ouvir outras interpretações dessa obra magnífica; ai sim vou fazer uma analise. Mas atente-se para essa música, é tudo extraordinário, o movimento, o virtuosismo, a letra, não gosto muito desses solos vocais (principalmente de soprano) que ficavam fazendo muita voltinha e vibratos; mas nessa musica... o coração quase sai pela boca. A principio vejo nessa obra como a grande obra religiosa, mensagem, deixada por esse homem a humanidade com a idéia do Salmo de Davi no qual invoca a tudo o que tem folego e produz som a louvar o Deus Criador. Talvez, um complemento a nona de Beethoven, pois se a de Beethoven volta-se mais para o amor para com o próximo, nesta, Mahler volta-se mais para o Deus Criador.

Sem fonte ou postagem própria. Encaminho-lhes, para está publicação feita no blog/site P.Q.P. Bach.

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E quanto a sinfonia, recomendo que leiam sobre ela nesse link:
http://en.wikipedia.org/wiki/Symphony_No._8_(Mahler)

Quanto a Mahler, um pouco sobre sua história aqui:
http://www.classicos.hpg.ig.com.br/mahler.htm


No link do Wikipedia há a letra no original e traduzida em inglês. Bem, traduzi no Google para o português, disponibilizo abaixo. Notará uma adoração a "Virgem Mária", e nisso, é bom lembrar que Mahler converteu-se ao catolicismo.
Letra em português

27 Outubro 2009

Toque da Alvorada - Reveille

Muito eu já procurei esse Toque da Alvorada que é mais famoso nos Estados Unidos, clássico que vemos em alguns filmes e desenhos como do Pica-pau e Pernalonga; e confeço tive uma grande dificuldade de encontrá-lo aqui no Brasil. Revirei alguns sites e não achei, apenas quando fui procurar no seu nome em inglês (Reveille) que encontrei. E disponibilizo abaixo, o audio executado de forma extraordinária no qual faz esse e um mendley com outros clássicos toques de corneta. E a partitura do toque (infelizmente, sem a partitura das demais).


Audio: Efeitos Sonoros - Toque de Corneta (Alvorada)

Partitura, score, parts

25 Outubro 2009

Oh! Que Esperança! - Metais

27 de setembro de 2009, um dia que ficou marcado, pelo menos na vida do Fernando, e na nossa alma que executamos um louvor através da música.

Nesse dia o Fernando (o trompista) batizou-se em nossa querida igreja. O Elton combinou com ele de tocar um hino, e me colocaram no meio, num trio de metais, depois o Hugo apareceu e o nipe aumentou, com mais um sax. O hino escolhido? "Oh, Que Esperança!" do Hinário Adventista.

Poucos minutos após o Fernando passar pelas águas, e para quem conhece um pouco sobre o que ele passou; participou de uma experiência incrivel da interpretação que ele fez com sua trompa, puxando a melodia; até mesmo se emocionando num mi agudo, ai ele não conseguiu mantê-lo na emoção. Foi especial.

Depois, o pastor convocou toda a congregação e o coral a cantar, no qual acrescentou o piano , 2 flautas e a bateria (que tocou algo muito estranho para a idéia da música, uma caixa de guerra, algo mais marcato ficaria melhor).

Agradeço a Patrizia pela gravação e a Paola por me passá-los.

Trompa: Fernando
Sax alto: Hugo
Trompete Evandro (eu)
Trombone: Elton
Piano: Cintia (se não me engano)
Flauta 1: Micheli
Flauta 2: Angela
Coral: Pedra Coral
Igreja: IASD Central Santo André

Instrumental


Todos

07 Outubro 2009

Vigilia IASD Vila Formosa

No último sábado, dia 3 de outubro; fomos convidados a tocar numa vigilia na Igreja Adventista do Sétimo Dia de Vila Formosa, na zona leste, em São Paulo. Fomos no seguinte nipe:

Trompetes:
- Ronald
- Ronaldo
- Evandro (eu)

Trombone:
- Elton

Flauta transversal:
- Angela

Sax alto:
- Tirso
- Thomas
- Renato
- Hugo
- Denis
- Jeferson

Sax tenor:
- Elcio

Também, em alguns momentos, contamos com a presença de 14 violinos, 1 escaleta, 1 flauta, 2 violinos, piano, 2 violões e um baixo elétrico da igreja local. Sendo que os violinos, maioria eram novatos, com pouco mais de 5 meses de aula.

Foi uma maravilhosa experiência, foi muito bom mesmo. O Robert gravou na máquina digital, contudo o mic e codec de som dela era bem limitado, de modo que o som dos videos abaixo falam por si. Um trompetistas, que tem uma boa filmadora, não pode ir; espero que da próxima vez consiga divulgar melhores videos; pelo menos, com um bom som. Mas se prestar bem atenção, até que dá para curtir um pouco. Acho que o pior problema foi ele ter ficado próximo da caixa de som, e ela estava meio zoada, ai ficou esse chiado que atrapalhou tudo.

A música Santo, Santo, Santo foi a melhor. Na verdade nós improvisamos um acompanhamento, fazendo - principalmente - uns bolachões variando entre pp - mf, trabalhando mais harmonias. Lá ficou extremamente bonito, lindo, muito bom mesmo, ouve certos momentos que foi emocionante, onde tive que me conter para não perder o controle e tocar errado; mas uma das flautas começou a chorar; foi bom mesmo. Pena que na gravação...

Obs.: Recomendo que diminua o volume (eu diminui direto no youtube) deixe mais baixo, que ai o xiado some mais, e dá para notar mais a música mesmo.
















06 Outubro 2009

Carmen - Bizet

wAo meu ver, do que conheço, encontro nessa obra algumas das mais lindas melodias e de alcance popular; tanto é que não é a toa que muitos comerciais e dingos (se não escrevi errado) usaram de suas melodias. Até mesmo para quem não gosta de canto liríco, creio eu que essa é uma obra ideal para ouvir, e gostar - fato. De todas as músicas, as que eu mais destaco que acho incrivel, tanto a orquestração, as idéias, as dinâmicas e mesmo a parte vocal são:

- Prélude
- L'Amour Est un Oiseau Rebelle (habanera)
- Votre Toast, Je Peux Vous le Rendre
- Les voice! Les voice!

E creio eu que o comentário abaixo fala por si:

“Ontem – vocês acreditarão? – ouvi pela vigésima vez a obra-prima de Bizet. Fiquei novamente até o fim, com suave devoção, novamente não pude fugir. Esse triunfo sobre minha impaciência me espanta. Como uma obra assim aperfeiçoa! Tornamo-nos nós mesmos ‘obra-prima’! – Realmente, a cada vez que ouvi Carmen, eu parecia ser mais filósofo, melhor filósofo do que normalmente me creio: tornando-me tão indulgente, tão feliz, indiano, sedentário... Cinco horas sentado: primeira etapa da santidade! – Posso acrescentar que a orquestração de Bizet é quase a única que ainda suporto? Essa outra orquestração atualmente em voga, a wagneriana, brutal, artificial, e ‘inocente’ ao mesmo tempo, e que assim fala simultaneamente aos três sentidos da alma moderna – como me é prejudicial essa orquestração wagneriana! Eu a denomino ‘siroco’. Um bom suor desagradável me cobre de repente. O meu tempo bom vai embora.

Esta música me parece perfeita. Aproxima-se leve, sutil, com polidez. É amável, não transpira. ‘O que é bom é leve, tudo divino se move com pés delicados’; primeira sentença na minha estética. Esta música é maliciosa, refinada, fatalista: no entanto permanece popular – ela tem o refinamento de uma raça, não de um indivíduo. É rica. É precisa. Constrói, organiza, conclui: assim, é o contrário do pólipo na música, a ‘melodia infinita’. Alguém já ouviu num placo entonações mais dolorosamente trágicas? E a maneira como são obtidas! Sem caretas! Sem falsificação! Sem a mentira do grande estilo! – Por fim: esta música trata o ouvinte como pessoa inteligente e até como músico – e também nisso é o oposto de Wagner.”


(Trecho do livro O caso Wagner, de Friedrich Nietzsche, de 1888. Após uma paixõa desmedida pelas óperas de Richard Wagner, o filósofo alemão volta-se contra o autor de O Anel de Nibelungo e coloca Carmen como modelo e ideal lírico.)

Downloads:
- Prélude
- L'Amour Est un Oiseau Rebelle (habanera)
- Votre Toast, Je Peux Vous le Rendre
- Les voice! Les voice!

17 Setembro 2009

Don Juan - Strauss

Nesse último final de semana tive o privilégio de poder ouvir o poema sinfônico Don Juan, de Richard Strauss, sendo executado pela Orquestra Sinfônica de Santo André que a cada concerto me impressiona e inspira mais. A música no final da noite de sábado me levou a ouvi-la novamente na noite seguinte. Pois digo, eu não conhecia essa obra. De modo que na primeira vez eu fiquei muito perdido mas sempre impressionado.

É uma obra que numa palavra defino como belíssima. A forma como trabalhou as trompas e as cordas puxando o tema no final, fala por si. Não aquela beleza vaidosa, de luxo que nos faz lembrar o desenho da Disney; mas uma felicidade e deleite total diante de uma natureza, da vida, do amor. Por isso é tão inspirador para o animo, me faz considerar como a versão de Strauss da ode à alegria.

Não se compara a ouvir ao vivo, de ter suas células impactadas pela coluna de ar e timbre das trompas, tímpano, violinos; mas até que gostei bastante dessa interpretação que encontrei para download.


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23 Agosto 2009

Battle Hymn of the Republic

Também conhecido por "Vencendo Vem Jesus", nas nossas versões cristãs; aqui está mais uma interpretação magnifica, talvez a melhor que eu já tenha visto por tal; e quem diria, novamente, do Mormon Tabernacle Choir.


Aproveitem, curtem. Música qual para mim, singular, apenas comparavel com algumas outras grandes pérolas quando bem interpretadas, como o "Aleluia", "Rei Excelso", "Zadoque, o Sacerdote" do Handel, ou o "Castelo Forte" (Hymn of Reformation) do Lutero. Que numa instrumentalização magnifica, um bom arranjo, um forte coral; consegue transmitir uma energia e um valor espiritual em uma música tão curta, que não tem como não vibrar e não notar, e dizer que não existe.

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03 Agosto 2009

Halleluja - Aleluia de Handel

Bem, eu arranjei um arranjo legalzinho para um nipe de uma big band na net do Aleluia de Handel, coloquei no finale; e mandei brasa; fazendo tanto o trompete 1 quanto o 2, e um pouco do picolo.

Infelizmente, o codec e mic de som da maquina digital é um poucado limitado; mas legalzinho. Abaixo, o download do arranjo, no formato .mus (Finale).



06 Julho 2009

Glenn Miller - In The Mood

Já havia um tempinho que estava devendo de colocar um grande clássico de Big Band. A extraordinária "The Glenn Miller Orchestra" e a sua música mais histórica que perdura até hoje como inatingivel no Jazz. In the Mood já foi usada em vários filmes, até mesmo já vi erros de filmagem, do tipo que colocam essa música mas a bandinha que tocava não possuia a orquestração necessária; também no clássico Tom e Jerry (aliás, musicalmente, o melhor desenho que existiu, especialmente em interpretação musical).

In the Mood é evidente que é uma música que não agrega muitos valores cristãos, musicalmente falando, a orquestração a conversa dos instrumentos, eu acho simplesmente extraordinário. A música é simplesmente diversão, dança, "Ei, vamos nos divertir, nos descontrair." Os problemas, preocupações e deveres é deixado todos de lado, é pura e mera diversão. E a malandragem tipica do jazz nem é tão o tema, mas ela está presente mais no sentido: "Vamos paquerar umas garotas." Porém, tudo isso subordinado a música, é a música que comando, tudo fica em segundo plano, o principal é "Vamos seguir o que a música está dizendo. E agora ela diz: movimento, alegria, curtição."

Bem diferente das músicas do tipo de hoje. As quais são mais voltadas para uma lavagem cerebral de extase mesmo e a malandragem não existe, é um explicito: "Vai logo para cama com alguém." "Cata ela." E a música dominante passa a ser apenas um pretexto e incentivo para isso; sem muito sentido, ela praticamente perde todo o seu valor. Por isso que hoje o que se vê é mais um grande barulho sem muito valor e sentido musical apenas cheio de ritmo e batida. Não é por menos que hoje há até gente 'apreciando' esses Funks, que ao meu ver, se fosse permitido, só se fosse para pessoas maiores de idade; e que não deixa de ser uma total profanação da música.

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